1. liquidnight:

JJ Clarke / Dublin, Ireland, circa 1904.

    liquidnight:

    JJ Clarke / Dublin, Ireland, circa 1904.

    (via hierarchical-aestheticism)

    Publicado em 2 de Setembro de 2014 (772 notas)
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  2. hierarchical-aestheticism:

The empty frame of a Veronese painting after the evacuation of the Louvre in 1939

    hierarchical-aestheticism:

    The empty frame of a Veronese painting after the evacuation of the Louvre in 1939

    Publicado em 2 de Setembro de 2014 (6 notas)
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  3. centuriespast:

Lady Hamilton as Saint Cecilia
by Richard Westall
Date painted: late 18th C–early 19th C
Oil on canvas, 76.2 x 63.5 cm
Collection: National Maritime Museum

    centuriespast:

    Lady Hamilton as Saint Cecilia

    by Richard Westall

    Date painted: late 18th C–early 19th C

    Oil on canvas, 76.2 x 63.5 cm

    Collection: National Maritime Museum

    Publicado em 2 de Setembro de 2014 (44 notas)
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  4. jdmejia04:

    amoralovesfood:

    image

    how many times have i quoted this movie

    not enough

    (Fonte: cabbagefuneral, via sherlock-who-tardis)

    Publicado em 2 de Setembro de 2014 (128.524 notas)
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  5. 
Leo Fontan - French Postcards c. 1910s

    Leo Fontan - French Postcards c. 1910s

    (via psychootter-smile)

    Publicado em 2 de Setembro de 2014 (3.804 notas)
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  6. lawrenceleemagnuson: Ben Nicholson (UK 1894-1982)
 1922 (Cold Fell)  - oil on canvas 58 x 70 cm

    lawrenceleemagnusonBen Nicholson (UK 1894-1982)

    1922 (Cold Fell)  - oil on canvas 58 x 70 cm

    (via dionyssos)

    Publicado em 1 de Setembro de 2014 (86 notas)
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  7. isso, exatamente.

    isso, exatamente.

    (Fonte: the-clairvoyant-disease, via bow-legged-beauty)

    Publicado em 1 de Setembro de 2014 (145 notas)
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  8. O dia ontem foi corrido, não deu pra fazer um sábado de Bill, então hoje, excepcionalmente, um domingo de Bill.

    O dia ontem foi corrido, não deu pra fazer um sábado de Bill, então hoje, excepcionalmente, um domingo de Bill.

    Publicado em 31 de Agosto de 2014 (1 nota)
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  9. Inda vou reblogar isso muito, muito mesmo. Mas muito.
*
hannibalistictendencies: Hannibal Merchandise: http://bit.ly/18yhYRG

    Inda vou reblogar isso muito, muito mesmo. Mas muito.

    *

    hannibalistictendencies: Hannibal Merchandise: http://bit.ly/18yhYRG

    Publicado em 28 de Agosto de 2014 (44 notas)
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  10. via Anlene

    via Anlene

    Publicado em 28 de Agosto de 2014 (10 notas)
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  11. São suas fotos de menino que mais me comovem. Mais que suas fotos na faculdade, nossas fotos juntos. Você com uns três anos, um menino pequeno e de cabelos escuros, com a boca em formato de coração, na escada da casa velha, cercado por todos os brinquedos, usando sapatos e meias. Você abraçado ao seu urso favorito ou pilotando uma tonquinha, você dormindo embrulhadinho no cobertor azul e vermelho. Você em Serra Negra com sua mãe, a praça cheia de pombos, você de calça marrom. Você e suas irmãs na praia, você fazendo careta com Aurélio, você bebê, erguido nos braços de seu pai, que olhava para você com adoração. O menino que você foi sempre me intrigará, será sempre inalcançável. O menino que você foi, que inventou o homem que conheci, vive escapando pelos meus dedos, não consigo alcançá-lo. Quanto tempo eu ainda vou chorar por você? Quanto tempo dura a dor, quanto tempo dura a dor?
*
Alguns dias são extraordinariamente tristes.

    São suas fotos de menino que mais me comovem. Mais que suas fotos na faculdade, nossas fotos juntos. Você com uns três anos, um menino pequeno e de cabelos escuros, com a boca em formato de coração, na escada da casa velha, cercado por todos os brinquedos, usando sapatos e meias. Você abraçado ao seu urso favorito ou pilotando uma tonquinha, você dormindo embrulhadinho no cobertor azul e vermelho. Você em Serra Negra com sua mãe, a praça cheia de pombos, você de calça marrom. Você e suas irmãs na praia, você fazendo careta com Aurélio, você bebê, erguido nos braços de seu pai, que olhava para você com adoração. O menino que você foi sempre me intrigará, será sempre inalcançável. O menino que você foi, que inventou o homem que conheci, vive escapando pelos meus dedos, não consigo alcançá-lo. Quanto tempo eu ainda vou chorar por você? Quanto tempo dura a dor, quanto tempo dura a dor?

    *

    Alguns dias são extraordinariamente tristes.

    Publicado em 27 de Agosto de 2014 (19 notas)
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  12. katemarie999:

    incidentalcomics:

    The Shape of Ideas

    ALL OF THESE ARE 100% TRUE!!

    (via xdominoe)

    Publicado em 26 de Agosto de 2014 (60.352 notas)
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  13. Tem umas roupas que, sozinhas, são uma aula de história.

    jaclcfrost: and here’s a dress from 1928 designed by the boué sisters 

    (via vintagegal)

    Publicado em 26 de Agosto de 2014 (35.133 notas)
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  14. O filho que eu não quero ter

    Acho uma graça o povo dizer que optou por não ter filhos e depois completar bem rapidinho “mas eu adoro crianças”. É tipo um "escolhi não ter filhos, mas não me julgue mal, não sou um monstro, veja, EU ADORO CRIANÇAS".

    Porque adorar crianças automaticamente transforma qualquer um numa pessoa melhor, claro. 

    É como acreditar em Deus, né? Não importa quantas facadas você dê, se você ama crianças, Deus, gatinhos bebês e luta pela democracinha, ora, você não pode ser tão mau.

    Gente, o caminho é tão, tão longo. Falta tanto.

    *

    Aliás, o próprio conceito “Escolhi não ter filhos”, é — enquanto declaração assumida — uma novidade. Não somos a primeira geração que escolhe não ter filhos, mas somos a primeira que começa a declarar isso com muita ou pouca firmeza na voz (geralmente firmeza pouca, voz vacilante e discurso cheio de “mas eu ADORO crianças”). A primeira que tem de assumir: eu não quis ter filhos.

    A ciência tá aí ajudando um monte (mas um monte mesmo) de gente engravidar (ainda é caro, mas vai melhorar, o SUS, bem devagarinho, começa a oferecer tratamento de fertilização in vitro) ; o Estado estabelece, cada vez com mais vigor, padrões bastante razoáveis para adoção — claro, desna que você não chegue lá escolhendo bebês como quem escolhe vinhos que harmonizem com os queijos ou, ai de mim, quadros que combinem com o sofá (comemorei há dois meses, a chegada do V. J., um bebê de 3 meses, que veio dividir a vida com a  minha amiga C., que é solteira, funcionária pública e tem mais de 50 anos). As produções independentes, em boa parte dos casos, não esbarram mais em familiares de cara feia e chefes escandalizados. Não chegamos no patamar ideal ainda (vamos chegar, boto fé), mas vamos combinar que ter filhos, de peito aberto, orientações assumidas e queixo erguido, está muito mais fácil do que já foi um dia, seja do jeito que for.

    A gente mente pra si mesmo. 

    Devo confessar com muita, muita vergonha, que várias vezes usei a morte do meu marido como desculpa.

    _ Fal, você tem filho?

    _ Não, meu marido morreu, nós ainda não tínhamos e isso e aquilo e…

    Faz pouco tempo que criei coragem de olhar nos olhos do interlocutor e declarar:

    _ Eu não quis.

    Parar de colocar a culpa na idade, no marido que morreu, no método, no médico, no sistema de adoção e assumir: eu não quis um bebê, continua difícil, amigues.

    Eu podia ter feito uma produção independente. Podia ter feito uma inseminação. Podia ter adotado. Eu não quis. Eu não quero.

    Como eu disse. Falta muito.

    *

    Imagem do Drops: 1950s Prom and Party Dresses: Pastels

    (via safetypinndsally)

    Publicado em 26 de Agosto de 2014 (76.735 notas)
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  15. Michonne, meu amorzinho. Que saudade, que saudade.

    As coisas aqui continuam as mesmas. Os zumbinhos tão dando ni mim de 10 a zero. Os gatos continuam revortosos. Baco é um resmungão. Maliu é boazinha. O calor voltou e me odeia. E eu sinto a sua falta.

    Onde você tá? Quando você volta, amolei?

    da sua, sempre

    Fal

    (Fonte: walkingdeaths, via mariliaararipe)

    Publicado em 26 de Agosto de 2014 (2.118 notas)
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