1. (Fonte: lndirectas)

    Publicado em 30 de Julho de 2014 (155 notas)
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  2. belobelo: Sumaré de manhã. #sp #sampa #outono #metrosumare

    belobelo: Sumaré de manhã. #sp #sampa #outono #metrosumare

    Publicado em 30 de Julho de 2014 (5 notas)
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  3. Hoje

O meu amor por você permanece. A cada sim. A cada não. Principalmente a cada não. Quando eu me lembro do formato do seu nariz. Da suas mãos. Do cheiro do seu suor. Da sua imensa gargalhada. Da sua voz feita para cantar as tolices da tevê. O meu amor permanece, intacto, cuidado como uma coisinha de cristal. Ele está onde sempre esteve, “como Minas, como Minas”, diria você, rindo, rindo. Meu amor por você permanece. Ele está no mesmo lugar – ouça, por favor – no mesmo lugar em que esteve, a vida toda, a vida toda. Ele nunca saiu dali. Não houve tufão, nem revolução, nem vereda equivocada (e meu Deus, querido, foram tantas, sou o resultado de todas as minhas escolhas ruins, das minhas muitas escolhas ruins) que movesse um milímetro o meu amor por você. O mesmo prumo, o mesmo eixo. Meu amor por você grita quando tomo coca-cola. Quando, sentada no capô do meu carro, fumo aquele cigarro da madrugada, antes de ir para a cama. Meu amor por você fala mil idiomas, mas não tem com quem praticar. Meu amor por você come danoninho com o dedo, e dói quando meu tornozelo dói. Meu amor por você permanece, intacto, limpo, puro, como naquela primeira manhã. Ele não foi tocado, nem pela luz. Ele não foi remexido e revirado como as gavetas do meu coração, ele não pegou chuva na corridinha entre o ponto do ônibus e a entrada do metrô. O meu amor por você segue, quase o mesmo, quase bem, quase sempre. Meu amor por você está estampado na camiseta de cada um que passou pela minha vida, nos pudins da Marli, nas galochas vermelhas que eu usava para pescar com meu pai, na gravação na qual a Mercedes Sosa diz que se tudo muda, que eu mude não é estranho. Meu amor por você está congelado no tempo, como as fotos das nossas tias avós, como meu nariz quando ando o cachorro de madrugada, como se não houvesse amanhã. Meu amor por você sabe que não haverá.

— Do livro Sonhei que a neve fervia

    Hoje

    O meu amor por você permanece. A cada sim. A cada não. Principalmente a cada não. Quando eu me lembro do formato do seu nariz. Da suas mãos. Do cheiro do seu suor. Da sua imensa gargalhada. Da sua voz feita para cantar as tolices da tevê. O meu amor permanece, intacto, cuidado como uma coisinha de cristal. Ele está onde sempre esteve, “como Minas, como Minas”, diria você, rindo, rindo. Meu amor por você permanece. Ele está no mesmo lugar ouça, por favor no mesmo lugar em que esteve, a vida toda, a vida toda. Ele nunca saiu dali. Não houve tufão, nem revolução, nem vereda equivocada (e meu Deus, querido, foram tantas, sou o resultado de todas as minhas escolhas ruins, das minhas muitas escolhas ruins) que movesse um milímetro o meu amor por você. O mesmo prumo, o mesmo eixo. Meu amor por você grita quando tomo coca-cola. Quando, sentada no capô do meu carro, fumo aquele cigarro da madrugada, antes de ir para a cama. Meu amor por você fala mil idiomas, mas não tem com quem praticar. Meu amor por você come danoninho com o dedo, e dói quando meu tornozelo dói. Meu amor por você permanece, intacto, limpo, puro, como naquela primeira manhã. Ele não foi tocado, nem pela luz. Ele não foi remexido e revirado como as gavetas do meu coração, ele não pegou chuva na corridinha entre o ponto do ônibus e a entrada do metrô. O meu amor por você segue, quase o mesmo, quase bem, quase sempre. Meu amor por você está estampado na camiseta de cada um que passou pela minha vida, nos pudins da Marli, nas galochas vermelhas que eu usava para pescar com meu pai, na gravação na qual a Mercedes Sosa diz que se tudo muda, que eu mude não é estranho. Meu amor por você está congelado no tempo, como as fotos das nossas tias avós, como meu nariz quando ando o cachorro de madrugada, como se não houvesse amanhã. Meu amor por você sabe que não haverá.

    — Do livro Sonhei que a neve fervia

    Publicado em 29 de Julho de 2014 (28 notas)
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  4. fallontonight:

    sunshine-posey:

    If you’re ever feeling down, just watch Morgan Freeman being interviewed by Jimmy Fallon while on helium.

    image

    We completely agree. The best medicine is Morgan Freeman and Jimmy sucking helium out of balloons and interviewing each other! 

    Publicado em 29 de Julho de 2014 (947 notas)
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  5. „You are not a drop in the ocean. You are the entire ocean in a drop.“

    — Jalalud’din Rumi (1207-1273), 13th Century mystic and poet (via thecalminside)

    (via torrid-wind)

    Publicado em 29 de Julho de 2014 (566 notas)
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  6. Ana e Fal, Caxambu, julho de 2012

    Publicado em 29 de Julho de 2014 (1 nota)
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  7. ♥♥♥

    (Fonte: cossematthieu)

    Publicado em 29 de Julho de 2014 (2 notas)
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  8. Sempre. Impressionante. Sempre.

    Sempre. Impressionante. Sempre.

    Publicado em 29 de Julho de 2014 (12 notas)
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  9. Publicado em 29 de Julho de 2014 (3 notas)
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  10. Todo um amô pelo Richard Jenkins. Pelo Josh também, claro. Mas, né.

    Todo um amô pelo Richard Jenkins. Pelo Josh também, claro. Mas, né.

    Publicado em 28 de Julho de 2014 (0 notas)
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  11. Chapter Two

    (Fonte: softgrungecersei, via lilha)

    Publicado em 28 de Julho de 2014 (4.672 notas)
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  12. voxsart:

West Versus East.
Fred Astaire and Cyd Charisse, 1957.

    voxsart:

    West Versus East.

    Fred Astaire and Cyd Charisse, 1957.

    Publicado em 24 de Julho de 2014 (22 notas)
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  13. (Fonte: morihearty, via banxx)

    Publicado em 24 de Julho de 2014 (549 notas)
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  14. lazaroalcuadrado: VALENCIA.

    lazaroalcuadrado: VALENCIA.

    Publicado em 24 de Julho de 2014 (12 notas)
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  15. lazaroalcuadrado: VALLECAS.MADRID.

    lazaroalcuadrado: VALLECAS.MADRID.

    Publicado em 24 de Julho de 2014 (13 notas)
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